sábado, 29 de janeiro de 2011

Desabamento

Não tenho nenhuma novidade sobre o prédio que desabou em Belém, hoje, então, somente para prestar solidariedade a todos os que foram afetados pelo acidente.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Acidentes

Não sei se é só impressão minha, ou se a imprensa não estava noticiando os acidentes com vítimas, muitas vezes fatais, que estão acontecendo em Belém.
Estou espantado com a quantidade, é difícil um dia em que não haja noticia de acidente com pessoas(sempre muitas) feridas, e o que tem me espantado mais é que são sempre na cidade, e não em estradas.
Não sei se este é mais dos muitos aspectos negativos da falta de prefeito, por ruim que seja, que sofre Belém neste período.
Por que não existe nenhum tipo de fiscalização de trânsito, só para rebocar carros e cobrar pelo reboque e a multa.
Fora isso, nada.
O resultado ? acidentes e mais mortos na conta do falso prefeito de Belém, Dudu 1º, o ausente.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Começou mal

Estou achando que o Almir Gabriel tem razão quanto ao Simão.
Trata-se de um preguiçoso.
Lembro do Simão, mesmo achando que ele não lembra de mim, desde a minha mais tenra infância.
Explico: Meu pai, Eduardo Soeiro, foi servidor da SUDAM, junto com a ex-mulher do Simão, Eliana Jatene, e lembro dele em eventos sociais, sempre como violão na mão.
Isso antes do Jader descobrir o Simão e levar ele para vida pública, onde achou seu espaço, mesmo sendo com quem achou.
Ano passado, quando o Almir falou que o Simão era preguiçoso, lembrei das festas da infância, e do violão.
Agora, com a saída anunciada do primeiro secretário, só com 15 dias de posse, lembro de novo do violão, e pelo andar da carruagem, com 15 dias de governo, saída de secretário, falta de posse de outros, segundo escalão sem definição, "interdição" do Hangar, filho do TapioCouto assumindo a comissão de licitação do Detran, irmão de secretário mandando na secretaria, marido de outra secretária nomeado para DAS na secretaria, acho que o Almir tinha razão.
O Simão é preguiçoso, ou não sabe o que fazer, das duas uma.

domingo, 17 de outubro de 2010

Esportes

Subida ?
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Impressionado.

Estou impressionado com o baixo nível da campanha para presidente do Brasil, com debates sobre aborto, sobre religião e intromissões danosas a democracia que estão sendo feitas, como os panfletos mandados fazer por ala de direita da CNBB contra quem " quer matar".
Acho que se continuarmos assim, todos perderemos, principalmente a democracia, tão duramente conquistada neste país.
A rede de e-mails falsos, apócrifos ou com meias verdades, que é espalhada por todos, sem preocupações com  veracidade, é tão somente calunia e difamação por atacado.
Então, seja qual for seu candidato, antes de repassar estas porcarias pela web, verifique o que está afirmando, uma simples pesquisa no Google pode evitar que voce faça parte desta baixaria.

sábado, 9 de outubro de 2010

Noticias

Na Folha.com de hoje
09/10/2010 - 07h01

Chefe do Ibama que se opunha a governadora é exonerado no Pará

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JOÃO CARLOS MAGALHÃES
DE BELÉM
Em conflito com Ana Júlia Carepa (PT), governadora do Pará e candidata à reeleição, o superintendente do Ibama em Belém, Paulo Diniz, foi informado ontem de que será exonerado do cargo.
Desde o início do ano, Ana Júlia --que disputa o segundo turno com o tucano Simão Jatene (PSDB)-- vinha pressionando Diniz a frear as fiscalizações ambientais no Estado, recordista em desmatamento ilegal na Amazônia.
O objetivo da petista era impedir, em ano eleitoral, desgaste com o setor madeireiro e com as pessoas atingidas pelas fiscalizações, conforme revelou a Folha em junho deste ano, com base em relatos de analistas ambientais do órgão federal.
A exoneração deve ser publicada no "Diário Oficial" na segunda-feira. Além de Diniz, deve cair também o chefe da fiscalização do órgão em Belém, Paulo Maués.
No final da tarde de ontem, a reportagem ligou para a assessoria do Ibama em Brasília, que não confirmou oficialmente as exonerações.
Servidores do órgão afirmam que Ana Júlia e seu secretário estadual do Meio Ambiente, Aníbal Picanço, que ocupara o cargo no Ibama antes de Diniz, mandaram ofícios e se reuniram com a cúpula do órgão em Brasília para reclamar das operações de fiscalização.
Já segundo o governo do Pará, ambos agiam para coibir o suposto autoritarismo e a truculência do Ibama.
Conforme as eleições se aproximaram, o desgaste e a pressão aumentaram.
Desde julho, policiais militares, que respondem ao governo do Estado, deixaram de acompanhar os fiscais ambientais federais nas operações, sem que fosse dada uma justificativa para isso.
Outros pontos críticos, dizem os servidores, foram as ações na região das cidades de Anapu e Pacajá, próximas à rodovia Transamazônica, onde há grande retirada ilegal de madeira.
Ontem, a reportagem deixou recado na assessoria do governo estadual, que até a conclusão desta edição não ligou de volta. Antes, ela já havia dito que Ana Júlia não protege nenhum madeireiro e apoia as fiscalizações.

Dados

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Na ladeira da velha.


Para quem não conhece, a ladeira da velha fica na rodovia Transamazônica, em Pacajá, no Pará, e estive lá semana passada, a trabalho, e a viagem foi muito proveitosa, tanto profissional com para meu maior hobby, a fotografia de curiosidades.
Divido com voces algumas das fotos.


terça-feira, 24 de agosto de 2010

Noticias do Front

PSDB vai focar em 4 Estados para garantir "sobrevivência"
No plano nacional, foco é conseguir levar candidatura de Serra ao 2º turno

Cúpula do partido se reúne amanhã em SP, com Aécio, para traçar mudanças na campanha nacional e nas estaduais 


CATIA SEABRA
DE SÃO PAULO 
VALDO CRUZ 
DE BRASÍLIA
Preocupado com a queda do candidato José Serra nas pesquisas de opinião, o comando do PSDB já discute ajustes na campanha nacional e uma estratégia de sobrevivência da oposição em caso de derrota na corrida presidencial. O partido apostará suas fichas na eleição de governadores de quatro Estados: São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Goiás.
Além da correção de rumo para a Presidência, a cúpula tucana se reúne, amanhã em São Paulo, para discutir o futuro da campanha e o destino do partido.
Chamado a São Paulo a pretexto de gravar sua participação na propaganda de Serra, o ex-governador de Minas Aécio Neves tem encontro marcado com o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE).
Segundo tucanos, está prevista ainda a participação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na conversa. A assessoria de FHC afirma, porém, que "até o momento, não consta nada do tipo na agenda dele".
Serra deve estar no Rio Grande do Norte amanhã, dia da reunião.
A partir de agora, o partido deverá concentrar seus esforços na manutenção do governo de Minas, onde o peemedebista Hélio Costa lidera a disputa.
Apesar de remotas, há expectativa de vitórias no Pará e no Piauí.
O tucanato conta ainda com a eleição de pelo menos oito senadores, entre eles Aécio e Tasso Jereissati (CE).
No plano nacional, todo o movimento será para garantir a chegada de Serra ao segundo turno -o foco deve ficar nos nove maiores colégios eleitorais do país.
Nos Estados, as candidaturas nos quatro locais-chave onde o partido tem boas chances devem receber um impulso financeiro extra.
Além de Aécio, que lidera a disputa pelo Senado em Minas, todos os candidatos a governador com chance de vitória - entre eles, Beto Richa (PR) e Marconi Perillo (GO) - vão participar do programa de Serra na TV.


Isso é noticia da Folha de São Paulo de hoje. Notem bem o grifo. O negocio não está tão bom como quer parecer o PSDB local.

domingo, 8 de agosto de 2010

Revolta

Hoje, finalmente os moradores da Rua dos Pariquis perderam a paciência com o falsário que (des)governa Belem.
A rua esta fechada por manilhas de concreto, usadas para fazer de conta que a obra esta em andamento, desde outubro do ano passado que este blog denuncia as condições de vida das pessoas que moram nas redondezas do canal da Doutor Moraes, que tem vivido debaixo de água suja por conta da falta de Respeito e capacidade da prefeitura do cara de pau. Pode ser que agora alguém de atenção para esta situação absurda.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Quase um mês depois do último post, o Falso prefeito de Belém me obriga a voltar a blogsfera.
Em postagem de 6 de junho, falei da ponte na Caripunas sobre o canal da Dr. Moraes, que estava sendo demolida, a meu ver, sem razão.
Pois bem, hoje, depois da chuva, vi a razão.Criar mais um problema para a população.

Com obra da nova ponte, a situação daquela vizinhança piorou muito, pois onde alagava quando chovia, fica alagado o dia todo agora, e com a chuva passou de todos os limites.
vejam as fotos:







Atualização as 19:38.
24 horas depois da chuva, a Rua dos Pariquis e a Caripunas continuam alagadas, trazendo transtornos aos moradores.

sábado, 10 de julho de 2010

Sobre a proposta de código florestal

        A alteração querem fazer no código florestal, com apoio da bancada ruralista (aquela que vive para esquivar os grandes produtores - e somente eles- de suas responsabilidades, sejam penais, administrativas, financeiras ou fiscais) não é, ao contrário do que a mídia quer fazer acreditar, em especial aquilo que o Paulo Henrique Amorim chama de PIG- Partido da Imprensa Golpista, benéfica ao agronegócio.
O relator da “proposta” é o “expert” em ecologia Aldo Rebelo, deputado cuja maior notoriedade em termos de projeto até antes da tentativa de acabar com o código, era um que obrigaria a exclusão de palavras e frases em língua estrangeira da mídia (lembram disso? - ridículo).
Pois bem, tal especialista, que fez audiências prévias de discussão somente em centros produtores e que tem problemas ambientais por conta de desmate ilegal, bois piratas e comércio de madeira sem origem lícita, como Cruzeiro do Sul- AC, e nos cinturões de produção do País, como Ribeirão Preto, Uberaba, Goiânia e Palmas. Hora, assim, somente com os interessados na desregulamentação da atividade sendo ouvidos, é muito fácil.
Além disso, foi assessorado por uma advogada, Samanta Piñeda, que é consultora jurídica da frente parlamentar da agropecuária e que recebeu R$ 10 mil pela "consultoria", pagos com dinheiro da verba indenizatória de Rebelo e do presidente da comissão especial, Moacir Micheletto (PMDB-PR).
Pois além disso, entre as propostas que foram feitas está um perdão de todos que desmataram até 2008, data tirada da cabeça do deputado, pois não se encontram dados em lugar nenhum que dêem a este ano em particular significação especial. Se houvesse alguma data que por hipótese tivesse que ser levada em conta seria 2001, quando foram alterados os limites da reserva legal na Amazônia de 50 % para 80%, e somente para quem desmatou dentro do limite anterior até esta data.
Seria a única justificativa cabível para uma anistia, qualquer outra é somente uma falta de respeito a quem obedeceu a Lei e respeitou sua A.P.P. (área de preservação permanente) e a reserva legal, e é um premio aos criminosos que a desrespeitaram.
 Outra proposta do deputado é que áreas até quatro módulos fiscais, que na Amazônia podem equivaler a 600 hectares, mais ou menos 600 campos de futebol, tivessem liberada a necessidade de manter a reserva legal de 80 %. Seria uma licença para desmatar no coração da maior floresta tropical do mundo, e que teve oposição até dos possíveis interessados, na resposta da FETAGRI (Federação dos Trabalhadores da Agricultura), que dispensou o “favor”.
Segundo o código atual, em determinados locais, como margens de rios de mais de 600 metros de largura (o Xingu, em alguns locais, tem mais de 10 km de largura) existe obrigação de manter uma área de preservação de 500 metros, pelo menos, e no mínimo de 30 m. para rios de até 10 metros de largura.
Isso ajuda a manter os rios protegidos, e os ecossistemas que os abrigam também, mas não só eles. Se estes limites fossem respeitados, tragédias como as de Santa Catarina, em novembro de 2008, no Rio e em São Paulo no começo deste ano e em Alagoas e Pernambuco dias atrás seriam evitadas, não é verdade?
Como algo assim pode ser prejudicial à sociedade? Como não entender que tais medidas são necessárias para poupar vidas humanas também?
Mesmo assim, a proposta do deputado é reduzir estas áreas para no máximo 15 metros. E isso após muita reclamação por parte dos chamados ambientalistas, pois a proposta original era para possibilitar que os Estados, estes entes federativos totalmente imunes a pressões políticas pudessem dizer que a A.P.P. seria de 7,5 metros.
Como manter rios e igarapés com estes limites? Digo o que já presenciei em casos iguais, os rios de pequeno porte secam, bem como nascentes e olhos d’água. Como isso pode ser bom para agricultores e pecuaristas que dependem da água para suas lavouras e criações? Me explique, por favor, senhor deputado, como será a produção agropecuária brasileira sem água ou com este bem muito diminuído em quantidade? A água, senhor deputado, se o senhor não sabe, está sendo referida como um dos bens mais escassos e raros no planeta para um futuro breve, e os ilustres representantes do agronegócio querem acabar com a maior reserva de água doce do mundo, que temos aqui no Brasil.
A outra questão levantada pelo deputado é da reserva legal, que obriga a manutenção de certa área com a cobertura original, e que varia de 20 % a 80%, dependendo da região do País. Isso não foi feito de maneira aleatória, e sim com base em estudos.
Tais áreas são necessárias a manutenção da biodiversidade vegetal e animal, sendo necessárias a espécies para manter o fluxo gênico de populações de animais e plantas que existem em áreas extensas, e como exemplo cito a onça pintada, que precisa de uma área se vida de pelo menos 4.000 hectares para as fêmeas e quatro vezes isso para um macho. Em áreas menores esta espécie tende a se extinguir pela competição por alimento e falta de fluxo gênico, causando o que em ecologia se conhece como endogamia, ou seja, a falta de genes novos numa população pode lavar a perda de vigor e extinção da mesma, grosso modo.
As áreas de reserva legal são importantes para a manutenção de espécies vegetais também pelo que se conhece como efeito borda, que diz que em fragmentos florestais, quanto menor é o fragmento, maior a perda de espécies. Tal efeito pode ser provado nas populações de castanheiras (Bertholletia excelsa) que existem no sul do Pará, pois uma vez que seu corte é proibido, o desmate do restante da floresta, deixando as castanheiras sozinhas, leva a morte das mesmas, que secam e caem depois de algum tempo.
Assim sendo, se as áreas de reserva legal forem reduzidas, teremos perdas efetivas de biodiversidade vegetal e animal em ritmo muito mais acelerado que agora existe, perdendo o Brasil mais um bem fundamental no desenvolvimento sustentado, pois os benefícios que esta biodiversidade podem trazer estão avaliados em bilhões de dólares, em novos compostos, produtos e outros benefícios.
Que fique bem claro, para todos, que as áreas de reserva legal não são áreas inúteis para os produtores, nestas áreas pode-se fazer o manejo florestal sustentado, por exemplo, gerando riqueza, emprego e renda sem comprometer de maneira total a floresta e a biodiversidade. Tal possibilidade nem de longe é pouco atrativa, um plano de manejo de cerca de 1.000,00 hectares pode render mais de R$ 3.000.000,00, conduzido dentro da legalidade.
Tal dado me deixa mais impressionado ainda com a “necessidade” que alguns “empresários” tem de fraudar o sistema, visando somente o lucro.  
Além disso, o deputado e os homens e mulheres do agrobussines  não levaram em conta os benefícios ecológicos indiretos da floresta, como a polinização das plantações por insetos e outros animais, o óbvio ciclo do oxigênio e da água e até mesmo a formação de chuvas.
Pesquisas comprovam que as chuvas abundantes da Amazônia são em parte oriundas da evapotranspiração das plantas da floresta e também pelo isopreno, composto orgânico volátil formado pelas plantas da floresta Amazônica e que é responsável, de maneira comprovada, pela condensação do vapor em chuvas, que irrigam até a região Sul do Brasil. Assim, sem a floresta Amazônica, não haverá chuva no Centro oeste e Sul do Brasil, dois celeiros desta nação.
Imaginam o impacto disto na economia do País? Mas a bancada ruralista só lê o que lhe interessa, não ligando para o que o Brasil que estuda de verdade está descobrindo e que pode salvar suas próprias peles num futuro próximo. Só enxergam o dinheiro fácil e imediato que o desmatamento vai proporcionar somente a eles.
Mas não acreditem que os outros países também não lêem, e que não tomarão medidas restritivas a nosso agronegócio com grande alegria. Prova disso é o pacto internacional pela madeira legal, que sem mudanças na concepção do sistema que os Estados utilizam para gerir a exploração florestal, que tem permitido fraudes assustadoras e prisões em massa de empresários, servidores e responsáveis técnicos, como recentemente em Matogrosso, e fraudes nas concessões de PMFS no Pará, irá excluir estes Estados do mercado mundial de madeira a partir de 2012.   
   O código florestal é a Lei 4.771, de 1965, e não uma novidade como querem fazer parecer os representantes dos ruralistas e o P.I.G., e serve para proteger primeiro os homens e as lavouras, não o contrário, e qualquer afirmação em contrário é falsa.
Ajudem a proteger o agronegócio dos agronegociantes e de sua bancada, pois eles não sabem o que fazem, ò Pai. 

domingo, 27 de junho de 2010

Sempre...

Desde que me entendo por gente, um bocado de tempo atrás, me lembro dos "hermanos" sendo privilegiados por confusões ou erros para ganharem suas copas.
Vamos Lá, em 78, seu primeiro título, foram beneficiados por uma goleada no mínimo muito incomum, sobre o Peru, que tinha um goleiro argentino de nascimento, de Rosário, local do jogo, defendendo seus arcos. Resultado: 6X0 para os hermanos.
Em 86, sua segunda e última copa, nas quartas de final contra a Inglaterra tiveram a "ajuda" da Mano de Dios, de Maradona.
O mesmo que em entrevista para tv do seu país se gabou de ter drogado o Branco durante um jogo.
Para não fugir do ritmo, passaram pelo México com um gol de impedimento do Tevéz, que desequilibrou o jogo que estava virado contra ela.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Área de Preservação Permanente

APP, do titulo da postagem, foi pensada não só para preservar a natureza para as ONG's, ou para que os órgãos ambientais possam multar as pessoas e empresas.
Elas existem também para proteger as pessoas de tragédias como a que aconteceu em Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e agora em Alagoas e Pernambuco.
Se as ocupações humanas respeitassem as APP's, estas tragédias seriam muito reduzidas ou até mesmo não ocorreriam.
Mas mesmo com todos estes exemplos, trágicos, o deputado Aldo Rebelo quer que as APP's sejam reduzidas, e muito.
Existem hoje pela legislação a necessidade de manter até 600m de APP, dependendo do local, e o deputado quer reduzir isto para até 7,5 metros.
Este e outros absurdos estão na proposta dele para o novo código do desflorestamento.
Manifeste-se, não permita que a bancada ruralista destrua um patrimônio de todos os brasileiros.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Casa de enforcado...

No link abaixo, no site do Diário do Pará, voces verão noticia sobre o ficha limpa.
Pois bem, postei no sábado a noite comentário perguntando sobre o Ilustre Jader Barbalho, que não foi incluida nos comentários.
Por que será?
http://www.diariodopara.com.br/N-95335-AMEACADO+PELO+FICHA+LIMPA++DEPUTADO+BUSCA+RECURSO.html

domingo, 20 de junho de 2010

Será?

Pelo que eu entendi do Ficha limpa, estaremos livres do carniceiro Jader Barbalho nas eleições deste ano.
Segundo o projeto, salvo engano, estão impedidos de se candidatar aqueles que renunciaram para escaar de cassação, pelo período final do mandato e mais oito anos.
O mandato a que Jader renunciou foi de Senador, e terminava em 2002, mais oito anos = até 2010 ele não pode se candidatar.
Se for isso mesmo, podemos soltar foguetes, desde que o TSE mantenha o carniceiro fora da disputa.
Oremos todos a isso.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Furo

Hoje assisti, de alma lavada, reportagem da TV Liberal, no jornal Liberal 1º ed. que falava de alagamentos na Travessa Quintino Bocaiuva e na Passagem Euclides da Cunha.
Pois bem, o Pensando, falou disso em outubro do ano passado, só olhar.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Caminhões

Carlos Tabosa, "lider" dos caminhoneiros que pisaram na Lei, na CTBEL, no MP e no Judiciário Paraense, deu mais uma declaração, novamente ameaçando toda a sociedade, que se não for feita a vontade deles, quem vai sofrer somos nós, sociedade.
Estamos completamente a mercê destes baderneiros, que só aceitam a Lei e as normas da sociedade se for a seu favor.
O uso de caminhões e vans para distribuição é feito em todo local com mínimo de normas e respeito a sociedade.
Esta mesma medida foi tomada cerca de dois anos atrás, em São Paulo, e ninguém morreu, perdeu o emprego ou deixou de ter abastecimento de gasolina ou aumento de preços por conta disto.
A mudança pode até gerar empregos e renda, pois serão necessários centros de distribuição, infra estrutura, motoristas, mecânicos, dormitórios, lanchonetes, restaurantes e muitos outros empregos e empreendimentos para atender tais centros.
É hora da sociedade decidir se quer ter progresso e empregos, de maneira civilizada, ou se quer ficar nas mãos destes baderneiros de hoje, que defendem unicamente sua reserva de mercado.

Estado refém.

A recente decisão da justiça proibindo a circulação de caminhões acima de 3,5 toneladas expôs, de maneira absurda, como a sociedade é vitima dos interesses particulares de uns poucos setores ou pessoas, sem que o poder público faça absolutamente nada para impedir.
O dito protesto dos caminhoneiros, que mostraram sua cara sem o menor pudor, constrangimento ou medo de serem punidos de alguma forma, e que utilizou até um trator, vai ficar por isso mesmo.
Nossas autoridades policiais, nada fizeram para evitar um problema fartamente anunciado, pois as emissoras de tv fizeram imagens desde o momento da obstrução dos dois únicos corredores de trânsito de acesso da capital.
Falo em autoridades policiais por que além de em nada ajudar, a postura da CTBEL, além de pouco ou nada fazer, tem se portado frente as câmeras como se fosse do setor de transportes, reclamando da decisão e se esquivando de fiscalizar.
Seria fácil a PRF evitar a entrada na cidade dos caminhões, ainda na BR 316.
Seria menos fácil a PM fazer a desobstrução das avenidas, mas ainda assim possível.
Mas nada foi feito, deixa-se que qualquer um insatisfeito, seja sem teto, sem tora, sem terra, sem água, sem luz, ou como agora, os "sem rua" fecharem ruas e avenidas, impedir o direito de ir e vir das pessoas e de viaturas de utilidade pública, como carros de policia, ambulâncias e bombeiros, sem que nada seja feito.
E o pior, no entendimento deste  blogueiro, isso teve dia e local de início neste Estado, dia 17 de abril de 1996, em Eldorado dos Carajás.
A partir deste dia nenhuma manifestação no Pará, seja justa ou completamente irresponsável, como a que atrapalha Belém agora, foi mais reprimida.
As autoridades tem verdadeiro pavor de serem chamadas de repressoras,  como se não fosse este o papel delas neste caso. 
Particularmente, acho um absurdo a policia ficar olhando uma rua obstruida por motivos particulares e não fazer nada, como não tem feito.
E o pior é que os exemplos se espalham a torto e a direito, fecha-se rua para protestar contra falta de asfalto, de luz, de terra, contra operação de fiscalização do IBAMA, do DETRAN, de tudo e de todos.
Não se pode impedir o comércio e a derrubada ilegal da floresta, as motos tem que poder andar sem placa, sem licenciamento e o piloto sem capacete, e o Estado que lamente a morte da floresta ou das pessoas sem fazer nada, por que o Estado está "atrapalhando" o desenvolvimento.
Acho que mais um pouco e seremos reduzidos ao barbarismo, onde cada um faz o que quer e como quer, sem interferência.

domingo, 6 de junho de 2010

Não entendi...

Essa ponte, na Caripunas com Doutor Moraes, que no dia 1º de maio suportava literalmente um batalhão, não serviu mais para o prefeito falsário de Belém.
Foi demolida, até virar só ...
...Mais um buraco nas nossas ruas.


Mas ontem chegou a solução. Como dizem nas Organizações Tabajara, "seus probremas se acabaram-se".
Chegou um caminhão trazendo um "tubão", e jogou dentro do outrora igarapé. Pra que, eu não sei, não dá pra passar por cima, e não vai ter a mesma vazão que a ponte dava, que já não era suficiente, se não a Pariquis não enchia.
Mais uma "obra" do prefeito, para a melhoria de vida do povo. Dele.